28 de janeiro de 2020
Olhar Brasilia

Fotos Hélio MontFerre

Circuito SZ

Virando a cabeça na Urban Arts

Tempo de Leitura 1m e 30

Por Samanta Sallum

Do pop ao surrealismo, do abstrato à tipografia, dar uma olhadinha na galeria é pura curtição

Abstrair no enorme acervo de quadros, prints e pôsteres de lá me vira a cabeça de um jeito inspirador. Do clássico ao rock’n’roll, do psicodélico ao P&B, eu adoro me perder nas referências de um cantinho que virou muito especial para mim. Na maioria das vezes, entro mesmo só para passar o tempo. Lá, o famoso “dar uma olhadinha” é curtição. Então, o programa é: dar uma circulada na galeria Urban Arts e depois tomar café no Ernesto. Os espaços externos se cruzam, com as mesinhas espalhadas, e até parecem o mesmo. Um fica coladinho no outro, na comercial da 115 Sul.

A Urban Arts tem a “vibe” de queridos amigos, que trabalham e acreditam na proposta da franquia que dá espaço para artistas talentosos e independentes do mundo todo.

A onda é espalhar arte acessível para a vida das pessoas

Por meio de suas criações, a onda é espalhar arte acessível para a vida das pessoas. Lá, a gente encontra também referências a Brasília. Catarina Ferreira, a Cacá, 35, gerente da galeria – que me atura na maior paciência, pois eu sou bagunceira, mexo em tudo e até já invadi o escritório dela para uma sessão de fotos -, conta que muita gente procura por fotos, imagens, ilustrações da nossa capital. “Queremos aumentar nosso acervo com esse tema, promover exposições de fotografia sobre a cidade, pois há muito interesse nisso.” Que boa notícia!

Estilos

Quando quero dar um presente para alguém, corro para lá com prazer. É tão bom ter opções fora de shoppings. Lá, encontro variedade de estilos da arte pop ao surrealismo, do urbano ao infantil, do abstrato à tipografia. Dá para encontrar um presente bem legal a partir de R$ 45  para os mais variados universos.

Para olhar :  A Urban Arts está aberta de segunda a sábado, das 10h às 19h; e aos domingos, das 10h às 16h. Dica: no fim da tarde de domingos e feriados, o Café Ernesto, ao lado, fica cheio, e você pode encontrar fila. Outra opção é o L’Amour du Pain, na mesma comercial, um pouco mais abaixo, que tem um bolo leve de laranja ao estilo pão de ló, o meu preferido. Mas vá em horários alternativos, se quiser um pouco de tranquilidade. Se a sua onda é curtir burburinho de espera, vale o programa (eu não gosto rs rs). Outra alternativa é  Bellini Café, na quadra ao lado, na 114 Sul. Não é a panificadora. É a Belini Coffee Experience.

 

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