10 de Janeiro de 2018
Olhar Brasilia
Lá na minha rua

Água de beber, sim. Diz, Caesb

Boatos, suposições, suspeitas sem comprovação. A Caesb afirma que não há motivo real para a população desconfiar da água que é fornecida pela empresa em todo DF. E que a captação do Lago Paranoá não compromete a qualidade da água. Também não há necessidade de nenhum procedimento a mais do consumidor do que o usual para usar a água da torneira e do filtro.

O presidente da Caesb, Maurício Ludovice, atesta as condições da água e bebe a dos copinhos que vêm das estações de tratamento.

“A Caesb tem orgulho da qualidade de água que distribui aos moradores do Distrito Federal e que é reconhecida local e nacionalmente, graças à modernidade dos seus equipamentos, laboratório de alto padrão e dedicação plena dos seus empregados. Nosso controle e análises da qualidade da água são permanentes e feitos acima dos padrões de exigência dos órgãos de saúde pública.”

Segundo a Caesb, a cogitação de médicos de que o surto de disenteria na cidade, em dezembro, tinha relação com água foi um desserviço à comunidade e gerou de forma irresponsável pânico entre as pessoas.

Secretaria de Saúde

“Não há registro na Secretaria de Saúde do Distrito Federal de surto de doenças intestinais provenientes do consumo de água. Ressalte-se que qualquer profissional de saúde, ciente de qualquer problema nesse sentido, deve primeiro notificar as autoridades de vigilância.

Para comunicar casos de doenças de interesse de saúde pública como este, os profissionais de saúde podem contatar o Centro de Informações Estratégicas de Vigilância em Saúde (CIEVS/SVS/SES-DF), através do telefone 99288-9358 ou pelo e-mail cievsdf@gmail.com.”

E a Superintendência de Abastecimento de Água e Esgoto também reafirma que faz fiscalizações periódicas, e que o monitoramento não detectou nada fora do comum na qualidade da água fornecida pela Caesb, oriunda da Estação de Tratamento de Água (ETA) do Lago Paranoá.

Água direto da fonte

Num passado em que Brasília era, digamos, “limpa”, há 25 anos, as pessoas pegavam água lá no Parque Nacional, na Água Mineral, para consumir. Enchiam suas garrafinhas e levavam para a casa. Mas o surgimento do Setor Oficinas de Norte gerou esgoto que contaminou o subsolo. E assim caminha a humanidade, ops, e assim caminha Brasília… 

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