1 de dezembro de 2022
Olhar Brasília

Francisco William Saldanha

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Capa Mexeu com Brasília, Mexeu Comigo!

Uma festa de imagens no Prêmio Olhar Brasília!

Foram revelados nesta quinta-feira os grandes vencedores da 4a edição do Prêmio Olhar Brasília de Fotografia. Quatro categorias concorreram a mais de R$ 10.000,00 (dez mil reais) em prêmios.

O evento de premiação ocorreu numa linda festa no Museu da República, com a projeção das fotos na cúpula do monumento.

Na categoria Júri Popular Fecomércio, o público teve a chance de escolher as preferidas por meio de curtidas no instagram do site Olhar Brasília. As concorrentes somaram mais de 15 mil curtidas e as vencedoras foram: em 1o lugar a foto de Chrystiano Silva Cardoso, retratando a Bela Igreja São Francisco, em Sobradinho.

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Em 2o lugar um registro do charmoso Museu Vivo da Memória Candanga, no Núcleo Bandeirante, pela lente de Emerson de Sousa Pinheiro.

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E em 3o lugar a foto do amanhecer em Águas Claras, registrada por Diovane Zica.

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A categoria Cor, nesta edição, prestou uma homenagem ao fotojornalista Orlando Brito, falecido este ano. Entre os registros coloridos do DF, o 1o lugar foi para Claudio Henrique da Silva Ferreira, com imagem do céu na Esplanada dos Ministérios.

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O 2o lugar ficou com Irany de Oliveira Poubel, e as cores da nossa gente e do nosso cerrado.

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E em 3o a foto de Michael Pedro Melo Dos Santos, com o Congresso e as escalas marcantes de Brasília.

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Devido a uma votação muito expressiva dos jurados, a organização do prêmio resolveu conceder uma menção honrosa, na categoria Cor, para a foto de Maria José da Cunha Martins, Mazé Martins, que mostra a Torre de TV lembrando um foguete rumo ao céu.

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A categoria P&B – Luis Humberto Martins Pereira leva o nome de um dos maiores fotógrafos da cidade e o patrono da 1a edição do Prêmio. Em 1o nas fotos em preto e branco ficou o fantástico registro de Francisco Willian Saldanha. “Está foto representa muito bem o “instante decisivo” do Cartier Bresson. Há uma dicotomia entre construção e destruição interessante, mostra o homem descartando dejetos em uma construção feita pelo homem. Há uma sensação de abismo com a ausência do chão, que completa a inquietude que essa foto gera”, justificou Daniel Mangabeira, arquiteto e ex-presidente do Conselho de Arquitetura e Urbanismo   

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O 2o ficou com Jorge Andre Dihel, e a imagem da Torre Digital, a Flor do Cerrado, praticamente engolida pelas nuvens.

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e o 3o lugar foi para Gustavo Moreno, e o movimento da dança na foto em preto em branco, com a cidade ao fundo.

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Outra foto muito votada pelo Juri na categoria P&B, que mereceu menção honrosa, foi o registro de Hélio Goiás de Sá Junior, que intriga pela forma e pelos ângulos.

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Na categoria Memória, que resgata a história da cidade e das lembranças afetivas dos brasilienses, o 1o lugar foi para Marcela Donato, com um registro muito antigo da Ermida Dom Bosco, e o Palácio da Alvorada bem ao fundo.

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O 2o lugar foi para Ronaldo Dias Ramos, com uma imagem da moça em frente ao Congresso em construção.

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E o 3o lugar ficou com a imagem que mexe com a memória afetiva de gerações, com a criança e o Foguetinho do parquinho Ana Lídia, do acervo de Márcio Mello Nóbrega Soares.

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E a expressiva votação dos jurados garantiu uma menção honrosa ao registro afetivo das crianças num banquinho na Praça dos Três Poderes, do acervo de Henrique Chaves.

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Nos próximos dias você poderá conferir todas as fotos inscritas nesta edição do Prêmio nas redes sociais do Olhar Brasília.

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